Duendes e Gnomos

Para muitas pessoas duendes e gnomos são a mesma coisa, porém não são! Apesar de serem Elementais...

O que são Elementais?

Os Elementais são seres luminosos que trabalham em conjunto com a natureza para auxiliar no seu equilíbrio. Eles são o primeiro estágio de uma existência após ela desligar-se do Transcendente.Donos de uma energia sutil e transformadora eles são fundamentais tanto para o meio material quanto para o meio espiritual. Eles podem ser divididos em quatro grupos: água, ar, fogo e terra.

Terra! É justamente aí que entram os duendes e gnomos, pois eles são um dos Elementais da terra, porém com funções distintas. =]

Os gnomos são seres que trabalham nas camadas mais profundas da terra, são grandes mineradores e artesãos. Eles tem o grande dom de cristalizar rochas, fazendo de forma simples aquilo que muitos alquimistas sonhavam: transformar um mineral qualquer em um algo de mais valor. Trabalhadores, os gnomos são concentrados no que fazem e o seu contato com seres humanos é raro. Mas, nada que os impeçam de frequentar a superfície e dormir dentro de árvores aconchegantes na beira de lagoas para descansar do calor intenso do interior dos vulcões.

Gnomos em sua maioria são generosos, são eles quem guiam os animais com sede no deserto em busca de água. Mas, em alguns casos eles podem se deixar influenciar pela ambição dos seres humanos e acabar traindo uns aos outros.

Já os duendes são seres que trabalham no interior dos vegetais de qualquer espécie. Eles tem o dom de arar a terra e ajudar na decomposição dos materiais para que sirvam de adubo para as plantas. Brincalhões, os duendes gostam muito de festas e seu contato com seres humanos é mais intenso, principalmente com crianças. Eles adoram esconder objetos e brincar com cavalos. Duendes cuidam para que tudo se renove dentro da floresta e para que as estações do ano sejam vivenciadas de forma harmônica. Eles tem o poder de atravessar paredes e as árvores nas quais eles moram traduzem aspectos da sua personalidade.

Ao elogiar uma árvore ou um fruto os duendes ficam felizes e exercem com ainda mais alegria as suas atividades ao cuidar daquela planta. Malandros, eles podem enganar e convencer pessoas ambiciosas a fazerem o que querem em troca de moedas falsas de ouro.

Tanto gnomos quanto duendes não são nossos inimigos, muito pelo contrário, eles fazem o seu trabalho com muita dedicação e a suas ações podem ser entendidas como as próprias ações do Transcendente no nosso meio. Cabe a nós não fugirmos da nossa responsabilidade e colaborarmos para que eles não carreguem todo o peso da conservação do nosso planeta.

Estes seres tem uma forte ligação com a natureza e com tudo que nela está. Ter amor pela terra é tido como um gesto nobre por gnomos, duendes e todos os demais Elementais.

E, não só para com eles mas sim para com nós mesmos.

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Áries (21/3 a 20/4)

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Átamas, rei de Tebas, casou-se com Néfele que lhe deu dois filhos: Frixo e Hele. Repudiando a primeira esposa, Átamas casou-se novamente com Ino, a qual foi mãe de Learco e Melicertes. A segunda esposa, enciumada e temerosa que seus filhos não herdassem o reino, concebeu um plano para liquidar os enteados. Convenceu as mulheres beócias que grelhassem todos os grãos de trigo existentes que, ao serem semeados, não brotaram. Uma fome terrível assolou, assim, aquela região. Átamas mandou consultar o Oráculo de Delfos sobre os meios de fazê-la cessar.

Ino subornou os mensageiros, que disseram que os deuses exigiam o sacrifício dos dois príncipes: Frixo e Hele. Já estavam para ser sacrificados quando Néfele, sua mãe, lhes enviou um carneiro voador de lã de ouro no qual montaram e que devia transportá-los da Europa à Ásia. O maravilhoso animal, dotado da razão e da faculdade de falar, partiu para longe da ira funesta de Ino. Por desgraça, Hele, assustada com o barulho das ondas, não se segurou fortemente ao animal e, preocupada em olhar para baixo, escorregou do seu dorso e caiu no estreito que, deste então, passou a se chamar Helesponto, isto é, mar de Hele. Frixo tentou, em vão, salvar a irmã.

Continuou sua viagem e, ao chegar à Cólquida, foi bem recebido pelo rei Eetes que lhe deu a filha Calcíope em casamento; sacrificou o carneiro à Júpiter e ofereceu a lã de ouro ao sogro, e a cravou num carvalho, no campo consagrado a Marte, o deus da guerra. Um feroz dragão foi incumbido de proteger e vigiar o Velocino de Ouro dia e noite e, para maior segurança, o campo foi cercado de touros furiosos que lançavam chamas pelas ventas.

Éson, rei de Iolco, foi destronado por Pélias, seu próprio irmão.

O oráculo predisse que o novo rei seria destronado por um filho de Éson. Temendo que seu filho fosse perseguido pelo usurpador, assim que Jasão nasceu, Éson fez correr o boato de que a criança era doente. Poucos dias depois, anunciou sua morte, enquanto Jasão foi levado, às escondidas, por sua mãe ao monte Pélion, onde foi instruído pelo centauro Quíron. Aos vinte anos, tendo completado seus estudos, Jasão deixou o mestre e aconselhou-se com o oráculo. Este lhe ordenou que vestisse com uma pele de leopardo, levasse uma lança em cada uma das mãos, que calçasse apenas uma sandália, e partisse para Iolco.

Ao chegar lá, Jasão permaneceu cinco dias com o pai e no sexto apresentou-se ao tio como filho de Éon. Atrevidamente, exigiu o trono que lhe pertencia. Pélias, ao perceber que o sobrinho impressionara o povo por seu bom aspecto e pela singularidade de sua indumentária, fingiu estar disposto a entregar-lhe o trono; na verdade, queria ver-se livre da ameaça de seu rival. Propôs-lhe, então, uma expedição gloriosa, mas cheia de perigos: ele deveria trazer da Cólquida o Velocino de ouro, arrancado do carneiro que transportara Frixo, e que se encontrava no campo de Marte. Ao voltar, o trono lhe seria concedido. Jasão aproveitou a oportunidade para se cobrir de glórias.

Anunciou sua expedição em toda a Grécia, e a elite dos heróis apresentou-se para dela participar. Escolheu aproximadamente 50 dos mais famosos - o próprio Hércules se uniu a eles. Pediu a Argos, filho de Frixo, que construísse uma embarcação para transportar o grupo. Em sua homenagem a nau é chamada de Argos.

Depois de uma navegação demorada e perigosa, finalmente chegam à Cólquida. Jasão reclama a posse do Velocino de ouro e o rei Eetes concorda, desde que ele cumprisse duas grandes provas: primeiro, subjugar dois touros que tinham pés e chifres de bronze e que cuspiam fogo, prendê-los a um arado de diamante fazendo-os arar o campo consagrado a Marte, para nele semear os dentes de um dragão, dos quais deviam nascer homens armados, exterminando-os até o último; depois, deveria matar o monstro que guardava o precioso Tosão de Ouro. Todas estas tarefas deveriam ser executadas num só dia.

Juno e Minerva, que amavam o herói, fizeram com que Medéia, filha de Eetes, se apaixonasse pelo jovem. Medéia, que era hábil na arte do encantamento e da magia, promete ajudar Jasão se ele aceitar amá-la eternamente. Feitas as promessas, Jasão se apresenta para cumprir as provas. Amansa os touros, lavra o campo, semeia os dentes do dragão e, ao surgir os homens armados, lançou uma pedra no meio dos combatentes que, furiosos, voltaram-se uns contra os outros, matando-se mutuamente.

Em seguida, Jasão aproxima-se do monstro que havia sido entorpecido com as ervas encantadas de Medéia, tira-lhe a vida e apanha o Velo de Ouro, para a surpresa de todos, e principalmente do rei. De posse do seu tesouro, Jasão e os Argonautas fogem, levando consigo Medéia.

O Velo foi entregue a Pélias e, segundo uma versão, o príncipe assume o poder no lugar do tio. Por tal feito, o Carneiro do Velo de Ouro é levado ao céu e colocado entre as constelações do zodíaco.


Áries ou Carneiro é o primeiro signo astrológico do zodíaco, situado entre Peixes e Touro e associado à constelação de Aries. Seu símbolo é um carneiro. Forma com Leão e Sagitário a triplicidade dos signos do Fogo. É também um dos quatro signos cardinais, juntamente com Câncer/Caranguejo, Libra/Balança e Capricórnio. Com pequenas variações nas datas dependendo do ano, os arianos/carneiros são as pessoas nascidas entre 21 de março e 20 de abril.

Região do corpo: Cabeça
Metal: Ferro
Pedras preciosas: Rubi e Diamante
Perfume: Mirra
Planta: Carvalho
Flor: Cravo vermelho
Planeta: Marte
Cor: Vermelha
Elemento: Fogo
Palavra-chave: Ação
Dia da semana: Quinta-feira
Arcanjo Regente: Samael
Gênios do Zodíaco: Sataaran e Sarahiel
Tattwa: Tejas
Gênio Elemental: Agni

Como irritar um ariano: Fale com eles dando uma enorme pausa entre as palavras. Não deixe que eles falem, ou, se falarem, corte pelo meio.

Uma frase típicamente ariana é: "se é para ser que o seja já".



Referências: 12345.

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"Cidade dos Poetas"

Hoje vou falar de um bairro no qual eu nem sequer morei, mas que aprendi a gostar a partir de relatos entusiasmados que ouvi do mesmo. O grande destaque desse bairro não é por sinal a sua possível “nobreza” ou casas de luxo, o que realmente cativa nele é o nome de suas ruas, pois elas têm nome de grandes personalidades brasileiras e, na sua maioria poetas. O nome desse bairro é Antônio Zanaga que fica localizado na cidade de Americana-SP.

E o morador desse bairro que estou falando é o meu grande amigo Marcílio Estácio de Souza que infelizmente veio a falecer no último dia 13 de março de 2012. Pedagogo e poeta nas horas vagas Marcílio não cansava de fazer boas referências ao bairro (além esbanjar o orgulho de poder morar na Rua Érico Veríssimo). Ele sempre me falava de um poema que gostaria muito de fazer no qual se chamaria “Cidade dos Poetas” aonde seriam relatada toda a geografia do bairro associada aos versos e feitos homenageando aqueles que davam nome as ruas do lugar. Porém, ele dizia que aquilo exigiria uma pesquisa e um estudo mais aprofundado de cada um desses autores.


Sendo assim, eu resolvi tentar fazer esse poema. Observei o bairro no Google Maps e peguei nomes de rua que achei interessante para tentar compor alguns estrofes. Mesmo sem ter pesquisado o suficiente eu achei a iniciativa válida, até por que o objetivo aqui é prestar uma singela homenagem e não querer substituir o poema que ele viria a fazer. Espero que gostem...

Cidade dos Poetas

Componho versos
de forma natural
como um caminhar
de pés descalços
na areia do mar.
Pelo meu bairro
celebro um sarau
com pensadores e
poetas do passado
até o Sol raiar.

Faço reverências
a Guimarães Rosa,
Mário de Andrade
e Maria Quitéria,
que me lapidam
como um discípulo
de uma nova era
que me inspiram
a rimar e lutar
com tranquilidade.

Logo ouço um tom
saudoso de Noel,
o rei dos bambas,
que possuia o dom
do legítmo samba,
malandro do bom,
que está no céu
com Carmem Miranda
e todos os demais
Orixás da Umbanda.

Rifles abençoados
conduzem o motim,
da fé do temível
Capitão Lampião
á luta de Padim,
meu Padre Cícero
que sempre estará
rodeado de anjos,
santos e serafins
nessa revolução.

Uma esposa fiel:
Anita Garibaldi.
Uma romântica...
ou não, Clarice.
Todas as mulheres.
Incógnitas, x,
ípslons e "zês".
Todas afunilando
junto à Avenida
Cecília Meirelles.

Saindo da Avenida
Graciliano Ramos,
vou bairro adentro.
No Antonio Zanaga
relembro alegrias,
emoções, lágrimas,
muitas estrofes que
o tempo não apaga,
que planam na Praça
Vinícios de Moraes.

Meu lar doce lar,
minha casa situada
à Érico Veríssimo,
que dentre todas
me ensinou que, na
verdade, um poeta
quando se distrai
muitas vezes não
vira nome de rua
mas, com certeza
vem a ser poesia.



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